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 £) Assassinos de Aluguel £)

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Rose/Ness
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MensagemAssunto: £) Assassinos de Aluguel £)   Ter Mar 10, 2009 4:02 am

É...
Essa vai ser a primeira fic que estarei postando aqui, o nome já diz bastante, não??
Muita gente que lê minhas fics, fala que escrevo bem, mas outros que eu exagerar, mas a medida q vcs lerem, me falem, ok???
A fic está completa, eu só precisarei postá-la, e aí q vcs leitores entram com a paciencia...
Eu não tenho data fixa de postar...
Espero q entendam e que leiam a fic e gostem...
Abaixo segue a tabela da fic
Nome:Assassinos de Aluguel
Universo Alternativo- Personagens do anime Inuyasha
Shipper:Kag/Inu
Estilo:romance e ação
Status:Completa, mas incompleta no fórum(está completa na minha cabeça)
Whinter:Viviane Costanza
Classificação: 16 anos- Por conter cenas de sexo explícito e violência, mas cada um sabe o que lê
(duvido q alguém respeite,mas já q tem que colocar,né...)
Direitos autorais:Personagens pertencem a Rumiko Takahashi
A História a Viviane Costanza Batalha, proibida toda e qualquer reprodução sem prévia autorização...
Sinopse:

Kagome Higurashi e Inuyasha Taisho são mercenários contratados pela máfia para matarem os desafetos. Mas, por algum acaso do destino, sempre tentaram matar um ao outro, para livrarem seus patrões do perigo.
Uma reviravolta os colocará para trabalhar em equipe, juntos. Resta saber se depois desta missão os dois poderão voltar à sua rotina ou se ficarão indefinidamente dependentes um do outro.
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Rose/Ness
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MensagemAssunto: Capítulo 1 de Assassinos de Aluguel   Ter Mar 10, 2009 4:59 am

[center][i][b]Itália
A jovem despertava olhares enquanto passava pelo local. Os homens mais refinados, em terno e gravatas caros, agiam como os seres mais vils e primitivos, assobiando para ela, que caminhava de uma maneira sutil e ingênua, sem requebrar ou fazer nada para chamar a atenção. Poderia ser o vestido branco em contraste com a pele bronzeada e brilhante, que dava um ar sensual, poderia ser os cabelos loiros soltos e compridos, caindo displecentemente pelo pescoço. O fato é que aquela mulher emanava poder e sedução por onde passava. Nenhum homem ficava imune a ela.
Ela finalmente chegou ao local desejado. O Restaurante Casa Nostra, famoso pelas suas massas e pizzas. A comida era soberba e a conta um estrondo. Ela entrou e se sentou, após falar em italiano com o maitrê. Sofisticação e refinada, foi o que ela mostrou. E também um leve sotaque, indicando que ela não era nativa.
A jovem pediu uma maça com molho ao quatro queijos, acompanhada de um chadornnay caríssimo e esperou a comida pacientemente. Ainda que apreciasse o local, não estava lá pelos comentários maravilhosos a respeito da comida. Estava lá porque sabia que era o local de almoço favorito da máfia , uma poderosa máfia italiana.
Sentada, desfrutando da comida, olhou de tempos em tempos para o relógio. Aquele maldito informante estava atrasado. Se ele não aparecesse... se ele não aparecesse ela não poderia matar Kouga . O informante precisava aparecer.
E ele apareceu. Caminhava de cabeça baixa, tentando esconder os olhos. Olhos revelavam a traição, foi o que a moça pensou, enquanto tomava um gole de vinho. O homem se aproximou hesitante, ainda mantendo os olhos escondidos, fitando o chão. Sentou-se, sem encará-la e dispensou o garçom com um aceno.

Mulher: Aparentemente não quer me acompanhar no almoço, signori Bankotsu.
Bankotsu: No signorita. Não tenho fome. Mas vamos falar em francês, mademoseille. Os italiano, inglês e espanhol são perigosos aqui.
Mulher: Falo português se precisar, monsieur. (ela disse isso num francês espetacular)
Bankotsu: Italianos captam alguma coisa de português. Acho que foi a colonização, mas quem se importa com isso?
Mulher: Como preferir. E então? Trouxe as informações?
Bankotsu: Oh, sim, claro mademoseille... vc nunca me disse seu nome, disse?
Mulher: Milena Ramos, monsieur. Lhe dei meu nome quando o encontrei pela primeira vez.
Bankotsu: Seu nome verdade, mademoseille.
Mulher: Meu nome verdadeiro não lhe concerne. Lhe interessa saber que eu sou uma assassina de alto grau, uma mercenária contratada. E posso matá-lo neste exato momento se não me disser o que quero saber.

O homem engoliu em seco e claramente estava arrependido de não ter pedido uma água. Pensou em pedir um gole do vinho da mulher, mas ela lhe lançou um olhar de “não se atreva.” Assustado, o homem tragou saliva e fitou a altiva mulher, que comia como se estivesse pouco interessada no que ele poderia dizer.
Bankotsu: Bem... está indo para uma reunião da família hoje, disso eu tenho certeza. Sairá com carros blindados, estando protegido por diversos seguranças e...
Mulher: Conheço os procedimentos de segurança, obrigada. (ela acenou para ele com a mão, dispensando as explicações) Quero saber o caminho que irá tomar, a rota...
Bankotsu: Mas vc precisa entender... estará bem protegido. Não há meio de matá-lo.
Mulher: Monsieur Bankotsu, limite-se a responder minhas perguntas, a menos que queira levar uma bala na cabeça.
Mais uma vez, Bankotsu tragou saliva, evitando olhar para aquela mulher.
Bankotsu: pegará a El Camino, não muito longe daqui.
Mulher: Sei onde fica. Quanto tempo tenho?
Bankotsu: (olhando para o relógio) Uma hora e meia, um pouco mais ou menos.
Mulher: Dará tempo. (ela abriu a bolsa e rapidamente pegou um cartão e anotou alguma coisa) Número e banco da sua conta na Suíça, monsieur Bankotsu. Estão depositados aqui os R$ 100.000,00 prometidos pela minha chefe, conforme combinado. Há uma passagem aérea lhe aguardando pela Italy Airlaines, rumo a Suíça, primeira classe.
Bankotsu: Obrigado, mademoseille. Agora o que me intriga... quem iria querer matar o Kouga ?

Mulher: Assim como meu nome e o resto das suas informações idiotas, isso não é da sua conta, monsieur. Agora, ande logo. E não ouse jamais mencionar o nosso encontro aqui, a menos que queira que a morte o encontre mais cedo.
Bankotsu: Sei que é uma grande assassina mademoseille. Não ousaria atiçar a sua fúria ou a fúria dos seus patrões.
Mulher: Decisão inteligente, meu caro. Agora se me permite... tenho uma tarefa a cumprir...

As palavras dela foram interrompidas por disparos. Sem saber de onde vinham os disparos, ela se esquivou, os tiros a acertando por muito pouco. Enquanto turistas e desavisados corriam, temendo os tiros, a mulher jogou a mesa no chão, usando-a como proteção, enquanto retirava de um suporte na perna, escondido pelo vestido longo, uma arma calibre 38, carregada.
Bankotsu se assustara com os disparos. Ele seguiu a mulher em seu caminho, escondendo-se com ela atrás da mesa. A mulher o olhou furiosa.
Mulher: Você teve alguma coisa com isso, não?
Bankotsu: Juro que não. Juro que não os avisei.
Mulher: Mas tencionava avisar, não é? Tencionava me trair e avisar para mudar a rota, a fim de ganhar um dinheiro a mais.
Bankotsu: Eu... (hesitando)
A hesitação bastou para ela. Rápida, ela apontou a arma para a cabeça de Bankotsu e disparou em seguida. O silenciador impedira que o disparo fosse ouvido e, no momento seguinte, o corpo de Bankotsu desabava no chão, um pequeno buraco na testa.

Calmamente, a mulher fitou o corpo no chão, sem se importar com o fato de ter acabado de matá-lo.
Mulher: Um erro crucial, monsieur Bankotsu: sempre verifique se o número da conta é verdadeiro e se de fato, há uma passagem a sua espera. E nunca ande desarmado. Detesto amadores mais do que odeio traidores.
Ela se ergueu, o vestido branco agora voando por causa do vento. Colocando um óculos de sol a fim de não arder os olhos, a arma em punho, ficou procurando pelo autor dos disparos. Não se preocupava com a polícia; sabia que o dono do local sequer havia chamado. Aparentemente tiroteios era comum e o seguro cobria tudo. Ela verificava aquilo pela atitude do maitrê e do proprietário, que verificavam se havia alguém morto ou ferido enquanto realizavam telefonemas.
O local estava vazio e ela estava em evidência. Andando contra a parede, a mulher ainda procurava pelo autor dos disparos. Novos tiros quase a atingiram, desta vez vindo de cima. Ela correu para fora do restaurante e se escondeu atrás de um carro estacionado. Fosse quem fosse, o atirador estava no teto.

Os tiros cessaram, o que indicava que ela estava certa. De onde ela estava, ele não poderia atingí-la. Ficou quieta, esperando pelo próximo movimento. Mas tudo o que ouviu foi uma alta gargalhada, enquanto o atirador finalmente se revelava.
Homem: Já faz muito tempo, Kagome Higurashi. (disse da onde estava)
Kagome bufou. Pouquíssimas pessoas sabiam seu nome verdadeiro. Ficou grata pelo fato de a rua estar vazia, devido aos disparos. Sabia que ele não ousaria chamá-la assim se estivesse mais alguém ali. Sorriu e devolveu o cumprimento. Só havia um assassino que conhecia seu verdadeiro nome, e ela sabia que era ele que estava ali.
Kagome: Nunca é tempo demais para estar afastada de você, Inuyasha Taisho.

[/b][/i][/center]
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Vivi
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MensagemAssunto: Capítulo 2 de Assassinos de Aluguel   Ter Mar 10, 2009 5:04 am


Inu: Oh, Kagome... assim vc quase parte meu coração.
Kagome: Pára de lenga lenga, Inuyasha. Quem contratou vc? Kouga? Aquele idiota do Bankotsu alertou ele e ele te mandou aquí para me matar antes que eu o mate?
Inu: Kouga...? Kouga? Não, aparentemente vc tem sorte. Quem me contratou foi... hum, Linda Ferreira... aparentemente ela ainda não aceitou que vc tenha matado o irmão dela... está clamando por vingança.
Kagome: Mulheres sabem ser rancorosas. Aposto que vc adorou a idéia de me perseguir novamente.
Os dois olhavam de um lado para o outro, antes de falarem e dizerem seus nomes. Eram rivais profissionais, aquilo era óbvio. Mas jamais entregariam a identidade um do outro. Não quando cada um trabalhava para uma das duas máfias mais importantes do Japão. E muito menos quando podiam ser contratado de maneira independente, por qualquer um que estivesse disposto a pagar uma enorme quantidade pelos seus serviços.
Inu: Bem, acho que vc fez por merecer, não? Quero dizer... ele era a única família que ele tinha...
Kagome: Ele devia 500 mil dólares em jogos de pôquer. E pelo que vc está me dizendo, logo logo vc vai matar a irmãzinha dele por dever... hum, quanto vc cobrou pelos serviços?
Inu: 300 mil dólares. 150 mil adiantado e 150 mil depois, caso conseguisse matá-la. A alertei que havia esse risco.

Kagome sorriu, ainda escondida atrás do carro, atenta para o momento em que Inu poderia voltar a atirar. Era sempre assim. Eles viviam sendo contratados por pessoas opostas para matarem um ao outro por motivos diversos. Sendo assassinos de aluguéis, os dois possuiam um grande número de inimigos. E nada mais normal do que esses inimigos contratarem outro assassino de aluguel para matar o assassino dos seus amigos e parentes.
O problema é que na escala de assassinos contratado, Inuyasha Taisho e Kagome Higurashi estavam empatados na colocação de "imbatíveis, invencíveis e impossíveis de matar." Empatados completamente. Nada os diferenciava, exceto que Kagome preferia usar armas pequenas, mas letais e Inuyasha preferia armas de grande porte, capazes de causar grande estrago. Não era de se estranhar que as duas maiores máfias do Japão, a Clã Tajiyan e a Clã Sakari tivessem contratado cada uma o assassino que melhor se adaptava aos seus serviços. Inu trabalhava para os Sakari. Kagome para os Tajiyan.
Além de trabalhar exclusivamente para essas clãs, ambos também atuavam de maneira independente, sendo contratados por máfias menores ou milhionários mau caráters, pessoas vingativas, pessoas de bom coração querendo matar alguém. Não importava o tipo nem o perfil; possuindo dinheiro e não implicando em matar um membro da máfia para o qual davam preferência, faziam qualquer serviço. Sem remorso, sem medo e mais ainda, sem arrependimento.

Mas aí nascia o problema: como podia os dois melhores conseguirem matar um ao outro? Afinal, no dia em que conseguissem se matar... finalmente ficaria decidido quem era o melhor. Mas já faziam três anos que isso não decidia de modo que, tanto Kagome quanto Inu, ao serem contratados para se matarem, já avisavam, no momento da negociação, que havia uma grande chance de falhar.
Pensando exatamente nisso, Kagome sorriu para Inuyasha, dando de ombros.
Kagome: Hum, Taisho, cobrou até barato. Estou começando a achar que isso já é implicância. Está gostando de me caçar, admita.
Inu: Confesso que adoro um desafio. Mas, vc conhece meu lema. Não é nada pessoal. Negócios, apenas negócios. Não a mataria por prazer, vc sabe.
Kagome: Me sinto melhor, Inuyasha. Sou um negócio então, não um objeto de caça por ser melhor do que você.
Inu: Oh não minha querida, melhor do que eu não. Tão boa quanto. Afinal, se vc fosse a melhor, já teria me matado em uma das dezenas vezes que tentou. Confesso que uma vc quase conseguiu, mas quase não é conseguir realmente.
E era verdade.
No passado, Kagome fora contratada para matar Inuyasha Taisho, por uma gangue brasileira que havia perdido membros importantes para o assassino de Ayame Sakari. Kagome cobrou uma fortuna, moveu céus e terra e encurralou Inu no Cristo Redentor no Rio de Janeiro. Mas ele, com uma agilidade e perícia que a deixou sobressaltada, conseguiu enganá-la e escapar da emboscada. Após aquele momento, os dois começaram uma caçada de um contra o outro... não porque se odiavam ou porque queriam provar que eram o melhor; simplesmente eram pagos para isso.

Kagome: Oh, sim, esqueci que ainda estamos empatados no ranking dos assassinos contratados. Mas e então? Acha que hoje é o dia em que me vence e se torna o melhor?
Inu: Acredito que esteja com vantagens. Minha vista mira daqui está ótima, vc não pode sair detrás desse carro sem que eu a veja. E vc não tem como mirar em mim de onde estou. Acredito que uma hora o dono do carro chegará e o tirará daqui, então vc ficará vulnerável. Ou vc tentará sequestrar o dono, mas até conseguir entrar dentro do veículo já terei atirado. Então, acho que tenho grandes chances de matá-la hoje.
Kagome: Realmente. Boa posição, armas adequadas... estou realmente encurralada. Mas... vc se esqueceu de um fator interessante, Inuyasha. Um fator que o salvou da minha emboscada no Rio e que me salvará hoje da sua.
Inu: Fator?
Kagome: O fator surpresa.
Antes que ele pudesse assimilar o que ela havia dito, Kagome jogou de trás do carro diversas bombas de gás lacrimogêneo, na direção do restaurante, onde Inuyasha estava postado no teto. Quando as bombas agiram e o gás começou a funcionar, Kagome saiu correndo de trás do carro, protegida pela fumaça e pelo fato de Inu começar a encher os olhos de lágrimas, impedindo de vê-la e mirar nela. Calmamente, Kagome se afastou para longe da fumaça, não sem antes dar um adeus para Inu.
Kagome: Não foi dessa vez. Mas... não faltará oportunidade para vc tentar novamente, não é verdade?
Apesar de estar com os olhos cheios de lágrimas e ainda tossindo por causa do gás, Inuyasha quase riu ao ver o vulto de Kagome ir se distanciando do prédio, dando um aceno para ele.
Inu: Sempre há uma outra oportunidade, Higurashi. Nos encontraremos de novo.
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MensagemAssunto: Capítulo 3 de Assassinos de Aluguel   Qua Mar 11, 2009 3:17 am

Kouga estava devidamente protegido. Sua limusine estava cercada por milhares de carros idênticos, com a mesma placa. Ele estava nervoso. Precisava sair urgentemente da Itália e sumir da vista de Sango Tajiyan. Sabia que o que havia feito a desagradaria imensamente.
Tentava se acalmar. Estava devidamente protegido. Ainda que Sango resolvesse mandar um assassino atrás dele, era improvável que ele identificasse a limusine verdadeira.
Deu um suspiro suave e olhou para sua futura esposa, Kagura, que o fitou calmamente.
Kagura: Pensando na vida, meu amor?
Kouga: Pensando que estamos devidamente seguros e que nada poderá nos atingir.
Kagura: Não sei porque teria tanto medo. Sua segurança é perfeita. Não há como nos identificar.
Kouga: Me convenci disso hoje, querida.
Kagura: Hoje nos casaremos no Vaticano... será tão romântico...
Kouga: Se nada estragar o nosso casamento, será mesmo.
Kagura: Pelo amor de Deus, Kouga... deixe de ser tão paranóico. Não imagino um mercenário assassino inrompendo igreja adentro antes do cale-se para sempre matando a todos. Isso só acontece em filmes. Vc mesmo não acabou de dizer que estamos devidamente protegidos?
Kouga: E estamos, mas... definitivamente vc não conhece a Sango, minha querida. Ela não nos dará paz.
Kagura: Ainda acho que isso é paranóia. Ou desculpa para cancelar o casamento. É isso, não Kouga? Não deseja mais se casar comigo e fica colocando a culpa na sua situação de mafioso, na segurança, nos problemas...
Kouga: Não, não meu amor. Por favor, nem pense nisso. Estou apenas preocupado com a nossa segurança... acho que estou exagerando... talvez esteja nervoso. É normal os noivos ficarem nervosos com o casamento, não é verdade?
Kagura: Ah sim meu amor, claro que é. Talvez seja essa a maneira que os noivos mafiosos demonstrem nervosismo. Enquanto os homens normais se preocupam em passar o resto da vida com uma única mulher, os mafiosos se preocupam se conseguirão proteger uma mulher pelo resto da vida. Sabe que isso é até romântico? (dando um selinho nele)
Kouga: Acha mesmo romântico, meu amor?
Kagura: Claro que acho. Meu noivo preocupado com minha segurança e bem estar acima de tudo. Mas não há razão para preocupações, Kouga... estamos seguros. Vai dar tudo certo e esta noite serei a senhora Kouga.
Kouga: Você tem razão, Kagura... (a abraçando) Não há razão para nos preocuparmos.

Ela estava de pé, no alto de um edifício, observando o movimento. Ouviu o barulho de diversos motores e sorriu quando viu as limusines idênticas irrompendo de uma curva. Calma, ela esperou, a arma encostada suavemente na perna, enquanto refletia.
Kouga sem dúvida era previsível. Sango tinha toda a razão naquilo.
Era óbvio que depois da afronta que Kouga havia feito para Sango, ele sabia que ela tentaria se vingar. E vingança consequentemente implicava em mandar um assassino profissional fazer um serviço nada limpo para o vingador. No caso de Sango, ela queria simplesmente Kouga morto e Kagura viva. Um trabalho fácil e sem risco.
Kagome passou uma semana inteira pensando na estratégia que Kouga tomaria. Sabia que ele se protegeria devidamente, com carros blindados e acima de tudo, impediria que a notícia do casamento chegassem aos ouvidos de estranhos, razão pela qual o informante de Kagome assegurou que ele estava indo em uma mera reunião. Mas Kagome pensava em mais coisas. Ela pensava também no bônus, na estratégia não esperada que Kouga adotaria, a fim de tentar burlar o assassino contratado por Sango.
Ela imaginou, fez cálculos, probabilidade e pensou. O caso dos carros iguais. Era muito simples e muito engenhoso. Assassinos de média qualificação não conseguem realizar o serviço. Entretanto, Kagome sabia que quando se usava este método, o veículo verdadeiro tinha alguma identificação, para, no caso de emergências, procedimentos de segurança e remoção eficientes fossem tomadas para garantir a sobrevivência de Kouga.
Descoberto o método, faltava apenas descobrir o caminho que Kouga tomaria para sair da Itália. E não fora difícil. Graças a Bankotsu, ela conhecia o caminho, e, embora estivesse um pouco atrasada por causa da intromissão de Inu, estava exatamente onde devia estar, esperando pelo veículo.

As limusines se aproximaram mais e mais. Kagome ergueu o braço com a bazuca carregada, esperando o momento. Aquilo ia causar um estrago e tanto. Ela observou as duas primeiras limusines. Nada. Observou a segunda fileira. Nada também.
Kagome: Kouga ... não adianta fugir meu caro... sei que não vai mudar de rota e tentar me enganar... vc é burro demais para isso.
Naquele exato momento, ela avistou uma das limusines se aproximando. Observando a lateral direita do carr, embaixo da porta, havia uma série de estrelas prateadas, símbolo da família de Kouga. Na limusine que Kagome se aproximava havia exatamente uma estrela a mais. O detalhe era tão singelo e passava tão despercebido que se não fosse ela quem estivesse ali provavelmente não teria identificado.
Kagome: Te peguei.
Rapidamente, ela mirou no carro e atirou. O tiro causaria um estrago tremendo e talvez Kagura não sobrevivesse como Sango desejava. Mas, como a prioridade era matar Kouga, Kagome preferiu um trabalho escandaloso mas eficiente do que usar armas pequenas passíveis de erro. Observou a bala atingir seu alvo, a explosão e o som ensurdecedor do tiro e do acidente que se formava. Impassível e sem nenhum remorso, viu diversas limusines capotarem e em seguida o corpo disforme de Kouga, queimando aos poucos, ao lado de uma Kagura que de fato sobreviveria, mas seu rosto nunca mais seria o mesmo. Ela estava desmaiada, mas quando acordasse... Kagome fez uma careta imaginando, embora não sentisse nenhum remorso.
Observou quando um pedreste apavorado tirou o celular e ligou para o número de emergência. E por fim, ficou observando os médicos observarem o corpo de Kouga, e falarem em bom e alto italiano que ele estava morto. Quando por fim falaram em assassinato e que uma investigação deveria ser iniciada, Kagome Higurashi já estava em um avião voltando para o Japão. As notícias que traria para Sango seriam maravilhosas. Provavelmente receberia um aumento.
Kagome: E foi isso.
Kagome:Sango. Kagura está com o rosto desfigurado e nem cirurgia plástica resolverá seu problema. Kouga está morto.
Sentada em uma alta cadeira de couro, Sango sorriu para Kagome.
Sango: Você ganhará um bônus de cem mil, Kagome. Kouga morto e Kagura com o rosto acabado... tenho arrepios de prazer só em pensar.
Kagome sorriu, enquanto Sango preenchia o cheque.
Kagome: Calculo que Kouga realmente partiu seu coração.
Sango: Partiu meu coração? Esse filho da puta me trocou por ela. Disse que gostava de mim, que eu era uma mafiosa de competência, mas que não me amava e queria o amor. E me trocou por aquela lambisgóia de quinta categoria loira falsificada de farmácia. Ele realmente achou que eu ia dar um abraço de despedida e soltar umas lágrimas?
Kagome: Acredito que ele realmente achou isso.
Sango: Homens são sempre uns idiotas, Kagome, aprenda isso. Mas tudo ocorreu perfeitamente bem. Nenhum problema na Itália? Não foi reconhecida?
Kagome: Apenas um problema, minha cara. Inuyasha Taisho. Esteve me procurando por lá, e claro, sabia quem eu era.
Sango: Inuyasha? Ele foi até lá para matá-la?
Kagome: Claro, pode apostar nisso. Inuyasha é sempre contratado pelos seus inimigos. De qualquer maneira, não foi dessa vez que ele me pegou. Mas não falemos de um assunto sem importância, Sango. Não será travada uma guerra contra os Clãs agora que você matou Kouga?
Sango: Claro que não, os do clã de Kouga estão falidos há muito tempo. Se eles travarem uma guerra de vingança serão dizimados em dois tempos. Mas este assunto tem importância, Kagome. Inuyasha esteve na Itália para matá-la?
Kagome: Como sempre. Você sabe que ele é o assassino de Ayame Sakari, e, assim como eu, é contratado por terceiros, não trabalhando apenas para a máfia. Ayame, como sua arquinimiga, me quer morta há muito tempo. Sem contar seus outros inimigos, que também não vão com a minha cara. Não sei porque. E eu sou contratada para matar Inuyasha tanto por você quanto pelos inimigos de Ayame. Enfim, é uma relação bem saudável.
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MensagemAssunto: Capítulo 4 de Assassinos de Aluguel   Sex Mar 13, 2009 2:07 am

Sango: Bem... na realidade eu não a chamei aqui apenas para lhe pagar e lhe parabenizar.
Kagome: Eu já imaginava. Tem uma nova missão para mim?
Sango: Tenho. Mas não é apenas isso.
Kagome: O que é, então?
Sango: Como vc mesma disse, Ayame e eu somos inimigas. Mas somos também as chefes do tráfico japones, as duas mulheres mais poderosas, que conseguimos encabeçar a lista das famílias.
Kagome: Sim.
Sango: Só há uma família que nos supera, que é a família Onigumo, encabeçada por Naraku, Kohaku, Angel e Kanna. Dois casais. Se derrotarmos essa família, seremos a única família encabeçada por mulheres com poderes no Tóquio. Sem contar que seremos a mais poderosas no Oriente. Enfim, Ayame e eu resolvemos por de lado as diferenças e iniciar uma nova família, juntas, a Família Sakari .
Kagome acenou afirmativamente.
Kagome: Sábia decisão. Então você irá me mandar matar os quatro Onigumo e terei que obedecer às ordens de Ayame também? Não há nenhum problema. Sou uma mercenária, não vejo problema em obedecer ninguém.
Sango: Kagome, vc ainda não entendeu onde quero chegar? Sim, é óbvio que eu a enviarei para realizar o serviço, mas também é óbvio que você não poderá matar quatro Onigumo sozinha. Precisará de ajuda. E, como Ayame e eu estamos unindo forças... adivinha quem será seu parceiro?
Kagome encarou Sango, os olhos arregalados.
Kagome: Fala de Inuyasha Taisho?
Sango: Exatamente. Kagome: (dando de ombros) Bem... vai ser bom atirarmos em um alvo em comum e não um contra o outro, para variar.
Sango: Quer dizer que não se importa?
Kagome: Por que me importaria? Não tenho nada contra Inuyasha Taisho. Vivemos nos matando, literalmente falando, por azar. Somos contratados para isso. Mas não temos nada um contra o outro. Esperava uma reação diferente?
Sango: Esperava ao menos uma negativa veemente.
Kagome: Até parece que você não me conhece. E pode apostar que Inuyasha reagirá da mesma maneira que eu. Não se preocupe, Sango, o máximo que faremos é manter distância um do outro e agirmos com sarcasmo. Nada mais.
Sango: Bem... neste preciso momento creio que ele esteja falando com Ayame. Amanhã eu e ela contaremos a vocês dois a missão... e tudo o que ela implica. E claro, o pagamento.
Kagome: Certo. Mas você ainda parece preocupada, Sango.
Sango: Admito que ainda não consegui me convencer da sua boa vontade. E não tenho certeza de Inuyasha reagirá de maneira tão... pacífica.
Kagome: De quanto dinheiro estamos falando?
Sango: Aproximadamente cinco milhões de dólares. Metade para cada um.
Kagome deu uma risada alta.
Kagome: Querida Sango, caso eu estivesse enganada a respeito de Inuyasha... bem, a mera menção da cifra será suficiente para apaziguar os Ânimos. Mas não se preocupe. Ele aceitará bem, tenho certeza.
Sango: Como pode ter certeza, Kagome?
Kagome: Simples, Sango. Somos profissionais.
De fato, não havia razão para se preocupar. No dia seguinte, sentados lado a lado, Inuyasha e Kagome estavam calmos, tranquilos e serenos. Nem parecia que fazia dois dias, Inuyasha cercara Kagome dentro de um restaurante e quase a matara. Os dois se comprimentaram com cortesia, como se fossem velhos concorrentes que finalmente aceitam o inevitável e entram em sociedade. Em realidade, era um pouco isso.
Kagome: Inuyasha Taisho. (disse ela quando Ayame e Inuyasha entraram na sala de Sango) Finalmente estamos no mesmo recinto sem atirar um no outro.
Inu: Kagome Higurashi. (estendendo a mão) Finalmente do mesmo lado, sem risco de tiros pelas costas ou chorar a beça por causa de gás lacrimogêneo.
Ela sorriu, se lembrando do ocorrido. Ayame e Sango se encararam.
Ayame: Achei que haveria relutância mas... acho que eles até vão se dar bem.
Sango: Diria o mesmo. Também fiquei surpresa. Pelo visto contratamos assassinos competentes.
Ayame: Mais uma coisa que temos em comum. Por que não fizemos sociedade antes?
Sango: Não sei. Mas não falemos do passado e sim do presente, Ayame. Somos sócias e em breve seremos a clã mais poderosa do Tóquio.
Ayame: De fato querida, com os assassinos mais poderosos também. Então, agora que Inuyasha e Kagome sabem que trabalharão um com o outro, podemos conversar sobre o que devemos fazer.
Inu: Acredito que antes de conversamos, devo fazer uma colocação.
Ayame: Colocação?
Inu: Sim, Ayame, colocação. A respeito dos meus serviços e os de Kagome também. Creio que ela concordará comigo.
Ayame: Pois bem... fale então.
Inu: Kagome e eu temos fidelidade com vocês. Priorizamos o serviço que vocês nos passam mas... somos assassinos independentes e contratados por outras pessoas.
Sango: E daí?
Kagome: E daí... (acrescentando, entendo onde Inu queria chegar) que eu e Inuyasha somos contratados por terceiros geralmente para matarmos um ao outro. Quer dizer que, tão logo o serviço que vocês nos passarem termine, voltaremos a nossa caçada, a fim de satisfazer nossos clientes.
Inu: Sempre que precisarem que trabalhemos em dupla, trabalharemos. E jamais colocaremos outros serviços no meio. Mas assim que o serviço acaba e recebemos nosso dinheiro, voltamos a atender nossos clientes, mesmo que isso diga que mataremos um importante aliado. Espero que entendam e concordem com isso.
Sango e Ayame se olharam.
Sango: Por mim tudo bem.
Ayame: Também não me importo.
Kagome e Inu se olharam, surpresos.
Kagome: Hum... confesso que agora quem está surpresa sou eu. Achei que haveria um certo... constrangimento ou um pedido para que abrissemos mãos de nossas responsabilidades.
Inu: Devo confessar que também pensei nisso. Então... não se importam? Podemos saber o motivo?
Foi Ayame quem respondeu, um suave sorriso saindo de seus lábios.
Ayame: Kagome, Inuyasha... vocês dois tentam se matar há muito tempo, ambos sem sucesso. Se não conseguirem antes, não é agora que conseguirão. E no tempo em que não estiverem tentando planejar suas tentativas de assassinatos fracassadas um contra o outro, os manteremos ocupados. Então, realmente, não nos preocupamos.
Os dois assassinos não gostaram da resposta. Mas sabiam, bem no fundo, que Ayame tinha razão.




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Rose/Ness
Tô na moita
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MensagemAssunto: Capítulo 5   Ter Mar 24, 2009 2:11 am

Kagome: Bem... agora que está tudo acertado, que tal nos contarem o plano?
Ayame: Oh, sim... o plano. Sango, quer fazer as honras por favor?
Sango Tajiyan cruzou as pernas e sorriu para a dupla sentada na sua frente.
Sango: Bem, como Ayame e eu já adiantamos, nos unimos para nos tornar a família mais poderosa do Japão. Mas, para isso, temos que nos livrar de um pequeno... inconveniente. No caso, a família Onigumo .
Ayame: Eles são poderosos e também possuem mulheres em seu comando. No caso, as esposas dos chefões. São esses dois casais que temos que eliminar.
Inu: Isso não parece difícil... basta apenas encurralar os quatro e fazer o serviço.
Sango: Acontece, meu caro, que eles não são burros. Assim que souberam que Ayame e eu nos unimos, os Onigumo pressentiram perigo e resolveram se separar. Cada um dos membros está em uma parte do mundo, escondidos e preparados para o ataque, enquanto pensam, claro, em como nos deter.
Ayame: Eles pensaram que conseguiriam fugir de forma anônima, mas descobrimos o paradeiro deles rapidamente. Em resumo, Kohaku Onigumo está na Austrália, a esposa, Angel, está na Nova Zelândia, Kanna está escondida no Marrocos e Naraku está no Brasil, onde pode controlar de perto suas operações.
Sango: Eles conhecem a identidade de nossos assassinos profissionais, mas não sabem exatamente a perícia de vocês. Então, se vocês usarem uma identidade falsa e se passarem por um casal recém casados em lua de mel, duvido que eles desconfiem de vocês. Quem desconfiaria de um belo casal fazendo a volta ao mundo?
Kagome: Apenas uma família mafiosa, querendo proteção. Podem falar a verdade: o que vamos enfrentar?
Ayame e Sango se olharam novamente.
Ayame e Sango se olharam novamente.
Ayame: Provavelmente toda a força armada, os melhores assassinos, uma baita proteção e muitos problemas. Isso para cada um deles.
Sango: Mas se vocês conseguirem... obterão mais dinheiro do que jamais pensaram que poderiam ganhar.
Kagome sorriu e cruzou os braços atrás da cabeça.
Kagome: Dinheiro aos montes e muitos perigos? Estou dentro. Nem precisam continuar.
Ayame e Sango olharam para Inu.
Inu: Aparentemente o lema da Srta. Higurashi é o mesmo que o meu. Quanto maior o perigo e a grana... mais vontade tenho de participar. Quando começamos?
Ayame: Já começaram, meus caros... já começaram.
---

Uma semana depois

Sentados lado a lado em um vôo comercial para a Austrália, o casal Conte embarcava para sua primeira viagem. Kagome havia escolhido a identidade. Preferiu a francesa, pois poderiam utilizar um sotaque suave como também eram os franceses que geralmente gostavam de fazer coisas excêntricas, como dar a volta ao mundo. O nome fora escolhido a dedo: sofisticado, que emanasse dinheiro, poder e segurança. Kagome havia aprendido que a identidade falsa é a coisa mais importante a ser decidida: define o perfil a ser adotado, a postura, os lugares a frequentar. Não se poderia ingressar no submundo do crime na Austrália sem passar a imagem de ser um casal jovem, nada idealista, com dinheiro de sobra e um nome poderoso.
Inu preferira cuidar do figurino. Para ele, o guarda roupa era a principal peça da identidade falsa. Combinando com o nome adotado, ele preferiu um guarda roupa caro, da grife francesa, típico do casal que tem dinheiro de sobra e nenhum caráter. A alinça que os dois usavam era grande, chamativa, de ouro branco com pedras, passando a imagem de que dinheiro não faltava. Kagome parecia uma socialite em suas blusas e acessórios, dando a imagem de uma mulher burra e fútil. Inu parecia um mauricinho em seu terninho de mil e quinhentos dólares e sapatos de três mil francos.

Escolheram aquela postura porque sabiam que Kohaku era exatamente assim.
Kohaku era a ovelha negra da máfia. Gostava de gastar, não de administrar. Era ainda sustentado pela máfia porque sua lábia e poder de convencimento geravam negócios imensamente lucrativos, dando muito mais dinheiro do que gastando. Ele aproveitou sua fuga para Austrália para realizar algumas operações.
No conceito dos dois assassinos, Kohaku seria o mais fácil.
Kagome e Inu já haviam traçado um plano. Kohaku não necessitava uma abordagem direta e violenta. Usariam a lábia contra ele. O feitiço viraria contra o feiticeiro.

Ela pensava exatamente nisso quando deu um suave bocejo. A peruca ruiva que usava ocilou suavemente em sua cabeça. Inu a observou.
Inu: Eu disse que era melhor você pintar os cabelos.
Kagome: Para que? Para depois eu pintar de preto? Tá maluco? Demorei séculos para deixar meu cabelo decente, detonei ele com tanta pintura para identidade falsa. Adotei o método da peruca e pronto.
Inu: Pelo amor de Deus. Você vai ganhar uma fortuna, pode mandar reparar o seu cabelo quantas vezes quiser.
Kagome: Inuyasha Taisho, (ela disse o nome dele baixo) já trabalhei com perucas antes. Sou profissional e ela não vai cair no chão. Dá para parar de me irritar e me deixar dormir antes que esse avião decole?
Inu: Se perdermos a missão por culpa do seu cabelo...
Kagome: Mas peloamordedeus. Nunca perdi uma missão na vida, exceto matar você e você vem aqui falar do meu cabelo? Vá se catar e me deixe dormir. Se perdermos a missão por minha culpa, te deixo toda a minha fortuna no testamento, porque a Sango e a Ayame certamente me matarão. Está satisfeito?
Ele resolveu não responder. Viu que estava travando uma batalha perdida. Quando Kagome se virou de costas para ele, a fim de dormir, ela ainda pôde ouvir um resmungo.
Inu: Mulheres... priorizam o cabelo até mesmo acima da vida. E eu que pensei que lidava com uma profissional...
Kagome: Homens... se acham profissionais porque não tem um pingo de vaidade e menosprezam o sexo oposto... mas sempre terminam subjugados pelas mulheres... e no fundo amam seus caprichos. (respondendo ao resmungo dele)
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